Retire a pedra de tropeço

Retire a pedra de tropeço
Se o teu olho te escandalizar,arranca-o e lança para longe de ti.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O Estado Intermediário dos mortos






“E no Hades, ergueu o olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio” (Lc 16.23).


O Estado Intermediário representa um lugar espiritual fixo onde as almas e os espíritos dos mortos aguardam a ressurreição de seus corpos, para apresentarem-se, posteriormente, perante o Supremo Juiz.


Lucas 16.19-31.

19 - Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
20 - Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele.
21 - E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.
22 - E aconteceu que o mendigo morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico e foi sepultado.
23 - E, no Hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio.
24 - E, clamando, disse: Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
25 - Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu, atormentado.
26 - E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá.
27 - E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,
28 - pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.
29 - Disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos.
30 - E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
31 - Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.


introdução
Como existe uma diversidade de interpretações a respeito e, para evitar confusão de idéias acerca do Estado Intermediário, devemos aclarar essa doutrina.

I. A VIDA DEPOIS DA MORTE

São vários os argumentos que reforçam a doutrina bíblica sobre a vida além-túmulo.
1. Argumento histórico. Se a questão da vida além-morte estivesse fundamentada apenas em teorias e conjecturas filosóficas, ela já teria desaparecido. Mas as provas da crença na imortalidade estão impressas na experiência da humanidade.
2. Argumento teleológico. Procura provar que a vida do ser humano tem uma finalidade além da própria vida física. Há algo que vai além da matéria de nossos corpos, é a parte espiritual. Quando Jesus Cristo aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a incorrupção, estava, de fato, desfazendo a morte espiritual e concedendo vida eterna, a imortalidade (2 Tm 1.10). A vida humana tem uma finalidade superior, uma razão de ser, um desígnio.
3. Argumento moral. Há um governador moral dentro de cada ser humano chamado consciência que rege as suas ações. Sua existência dentro do espírito humano indica sua função interna, como um sensor moral, aliado à soberania divina.
4. Argumento metafísico. Os elementos imateriais do ser humano denunciam o sentido metafísico que compõe a sua alma e espírito. Esses elementos são indissolúveis; portanto, como evitar a realidade da vida além-morte? É impossível! A palavra imortalidade no grego é athanasia e significa literalmente ausência de morte. No sentido pleno, somente Deus possui vida total, imperecível e imortal (1 Tm 1.17). Ele é a Fonte de vida eterna e ninguém mais pode dá-la. No sentido relativo, o crente possui imortalidade conquistada pelos méritos de Jesus no Calvário (2 Tm 1.8-12).

II. O QUE NÃO É ESTADO INTERMEDIÁRIO

1. Não é Purgatório. Heresia lançada pelos católicos romanos para identificar o Sheol-Hades como lugar de prova, ou de segunda oportunidade, para as almas daquelas pessoas que não conseguiram se purificar o suficiente para galgarem o céu. Declara a doutrina romana que é uma forma desses mortos serem provados e submetidos a um processo de purificação. Entretanto, essa doutrina não tem base na Bíblia e é feita sobre premissas falsas. Se o Purgatório fosse uma realidade, então a obra de Cristo não teria sido completa. Se alguém quer garantir sua salvação eterna, precisa garanti-la em vida física. Depois da morte, só resta a ressurreição.
2. Não é o Limbus Patrum. O vocábulo limbus significa borda, orla. A idéia é paralela ao Purgatório e foi criada pelos católicos romanos para denotar um lugar na orla ou na borda do inferno, onde as almas dos antigos santos ficavam até a ressurreição. Ensina ainda essa igreja que o limbus patrum (pais) era aquela orla do inferno onde Cristo desceu após sua morte na cruz, para libertar os pais (santos do Antigo Testamento) do seu confinamento temporário e levá-los em triunfo para o céu. Identificam “o seio de Abraão” como sendo o limbus patrum (Lc 16.23). Mas, o limbus patrum não tem apoio bíblico, e nem existe uma orla para os pais (santos antigos).
3. Não é o Limbus Infantus. A palavra infantus refere-se à crianças. Na doutrina romana, havia no Sheol-Hades um lugar especial de habitação das almas de todas as crianças não batizadas. Segundo essa doutrina, nenhuma criança não batizada pode entrar no céu. Por outro lado, é inaceitável a idéia do limbus infantus como um lugar de prova, também, para crianças.
4. Não é um estado para reencarnações. Não é um lugar de migrações e perambulações espaciais.
Os espíritas gostam de usar o texto de Lucas 16.22,23, para afirmarem que os mortos podem ajudar os vivos. Mas Jesus, ao ensinar sobre o assunto, declarou que era impossível que Lázaro ou algum outro que estivesse no Paraíso saísse daquele lugar para entregar mensagem aos familiares do rico. Jesus disse que os vivos tinham “a Lei e os Profetas”, isto é, eles tinham as Escrituras. Os mortos não podiam sair de seus lugares para se comunicarem com os vivos. Portanto, é uma fraude afirmar essa possibilidade de comunicação com os mortos. Usam equivocadamente João 3.3 para defenderem a idéia da reencarnação. Vários textos bíblicos anulam essa falsa doutrina (Dt 18.9-14; Jó 7.9,10; Ec 9.5,6; Lc 16.31).

III. O QUE É ESTADO INTERMEDIÁRIO

1. É uma habitação espiritual fixa e temporal. Biblicamente, o Estado Intermediário é um modo de existir entre a morte física e a ressurreição final do corpo sepultado. No Antigo Testamento, esse lugar é identificado como Sheol (no hebraico), e no Novo Testamento como Hades (no grego). Os dois termos dizem respeito ao reino da morte (Sl 18.5; 2 Sm 22.5,6). É um lugar espiritual em que as almas e espíritos dos mortos habitam fixamente até que seus corpos sejam ressuscitados, para a vida eterna ou para a perdição eterna. E o estado das almas e espíritos, fora dos seus corpos, aguardando o tempo em que terão de comparecer perante Deus.
2. E um lugar de consciência ativa e ação racional. Segundo Jesus descreveu esse lugar, o rico e Lázaro participam de uma conversação no Sheol-Hades, estando apenas em lados diferentes (Lc 16.19-31). O apóstolo Paulo descreve-o, no que tange aos salvos, como um lugar de comunhão com o Senhor (2 Co 5.6-9; Fp 1.23). A Bíblia denomina-o como um “lugar de consolação”, “seio de Abraão” ou “Paraíso” (Lc 16.22,25; 2 Co 12.2-4). Se fosse um lugar neutro para as almas e espíritos dos mortos, não haveria razão para Jesus identificá-lo com os nomes que deu. Da mesma forma, “o lugar de tormento” não teria razão de ser, se não houvesse consciência naquele lugar. Rejeita-se segundo a Bíblia, a teoria de que o Sheol-Hades é um lugar de repouso inconsciente. A Bíblia fala dos crentes falecidos como “os que dormem no Senhor” (1 Co 15.6; 1 Ts 4.13), e isto não refere-se a uma forma de dormir inconsciente, mas de repouso, de descanso. As atividades existentes no Sheol-Hades não implicam que os mortos possam sair daquele lugar, mas que estão retidos até a ressurreição de seus corpos para apresentarem-se perante o Senhor (Lc 16.19-31; 23.43; At 7.59).

IV. O SHEOL-HADES, ANTES E DEPOIS DO CALVÁRIO

1. Antes do Calvário. O Sheol-Hades dividia-se em três partes distintas. Para entender essa habitação provisória dos mortos, podemos ilustrá-lo por um círculo dividido em três partes. A primeira parte é o lugar dos justos, chamada “Paraíso”, “seio de Abraão”, “lugar de consolo” (Lc 16.22,25; 23.43). A segunda é a parte dos ímpios, denominada “lugar de tormento” (Lc 16.23). A terceira fica entre a dos justos e a dos ímpios, e é identificada como “lugar de trevas”, “lugar de prisões eternas”, “abismo” (Lc 16.26; 2 Pe 2.4; Jd v.6). Nessa terceira parte foi aprisionada uma classe de anjos caídos, a qual não sai desse abismo, senão quando Deus permitir nos dias da Grande Tribulação (Ap 9.1-12). Não há qualquer possibilidade de contato com esses espíritos caídos; habitantes do Poço do Abismo.
2. Depois do Calvário. Houve uma mudança dentro do mundo das almas e espíritos dos mortos após o evento do Calvário. Quando Cristo enfrentou a morte e a sepultura, e as venceu, efetuou uma mudança radical no Sheol-Hades (Ef 4.9,10; Ap 1.17,18). A parte do “Paraíso” foi trasladada para o terceiro céu, na presença de Deus (2 Co 12.2,4), separando-se completamente das “partes inferiores“ onde continuam os ímpios mortos. Somente, os justos gozam dessa mudança em esperança pelo dia final quando esse estado temporário se acabará, e viverão para sempre com o Senhor, num corpo espiritual ressurreto.

CONCLUSÃO

Essa doutrina bíblica fortalece a nossa fé ao dar-nos segurança acerca dos mortos em Cristo, e é a garantia de que a vida humana tem um propósito elevado, além de renovar a nossa esperança de estar para sempre com o Senhor.

“A maioria dos israelitas, porém, olhava para a vida com uma atitude positiva (Sl 128.5,6). O suicídio era extremamente raro, e uma vida longa era considerada bênção de Deus (Sl 91.16). A morte trazia tristeza, usualmente expressada com lamentações em voz alta e com luto profundo (Mt 9.23; Lc 8.52).
Os costumes israelitas de sepultamento eram diferentes daqueles praticados pelos povos em derredor. Os túmulos dos faraós ficavam repletos de móveis e de muitos outros objetos visando proporcionar-lhes o mesmo nível de vida no além. Os cananitas colocavam uma lâmpada, um vasilhame de óleo e um vaso de alimentos no esquife de cada pessoa sepultada. Os israelitas agiam doutra forma. O corpo, envolvido em pano de linho, usualmente ungido com especiarias, era simplesmente deitado num túmulo ou enterrado numa cova. Isso não significava, porém, que não acreditassem na vida no além. Falavam da ida do espírito a um lugar que, em hebraico, era chamado She’ol ou, às vezes, mencionavam à presença de Deus.” (Teologia Sistemática, CPAD)

“Várias religiões orientais, por causa do seu conceito cíclico da História, ensinam a reencarnação. Na morte, a pessoa recebe uma nova identidade, e nasce noutra vida como animal, um ser humano, ou até mesmo um deus. Sustentam que as ações da pessoa geram uma força, karma, que exige a transmigração das almas e determina o destino da pessoa na próxima existência. A Bíblia, todavia, deixa claro que agora é o dia da salvação (2 Co 6.2). Não podemos salvar-nos mediante as nossas boas obras. Deus tem providenciado por meio de Jesus Cristo a salvação total que expia os nossos pecados, e cancela a nossa culpa. Não precisamos doutra vida para cuidar dos pecados e enganos desta vida, ou de quaisquer supostas existências anteriores. Além disso: ‘E como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação [inclusive a plenitude das bênçãos da nossa herança]’ (Hb 9.27,28).” (Teologia Sistemática, CPAD)

“A palavra ‘Paraíso’ é de origem persa e significa uma espécie de jardim, usada simbolicamente quanto ao lugar dos justos mortos. No Paraíso, Lázaro podia conversar com o rico que ali sofria o tormento dos ímpios, havendo entre eles um ‘abismo’ intransponível (Lc 16.18-31). Depois de Sua morte Jesus esteve ‘três dias e três noites no coração da terra’ (Mt 12.40; At 2.27; Ez 31.15-17). Paulo descreve esse lugar como ‘as regiões inferiores da terra’ (Ef 4.9). Portanto, concluímos que o Paraíso em que Jesus e o malfeitor entraram estava no coração da terra. Nesta descida ao Hades, Cristo efetuou uma grande e permanente mudança na região dos salvos, isto é, nas condições dos justos mortos. Ele ‘anunciou’ a Sua vitória aos espíritos ali retidos. É o que significa a expressão de Pedro, que ‘Cristo... pregou aos espíritos em prisão...’ (1 Pe 3.18-20). A palavra usada no original implica em anunciar, comunicar; não pregar, como se entende em homilética.” (O plano divino através dos séculos, CPAD)

A doutrina da morte






“Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram” (Rm 5.12).

A morte não é um fenômeno natural na vida humana. Ela é a maldição divina contra o pecado e só Jesus foi capaz de cravar essa maldição no lenho de Sua cruz no Calvário.
Salmos 39.4-7; 90.4-6,10,12.

Salmos 39
4 - Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
5 - Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade.
6 - Na verdade, todo homem anda como uma sombra; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas e não sabem quem as levará.
7 - Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.

Salmos 90
4 - Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como vigília da noite.
5 - Tu os levas como corrente de água; são como um sono; são como a erva que cresce de madrugada;
6 - de madrugada, cresce e floresce; à tarde, corta-se e 
10 - A duração da nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos.
12 - Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio

A doutrina da morte é estudada a partir do dilema existencial humano considerando as correntes filosóficas, passando pela definição bíblica e os tipos de morte segundo as Sagradas Escrituras. Esta lição objetiva mostrar que a morte significa para o crente uma vitória, baseada na obra vicária de Cristo no Calvário.

introdução

A morte é um assunto que evitamos falar e comentar. Entretanto, o viver humano encontra em sua jornada a ameaça da morte. Nesta lição estudaremos a questão da morte sob a perspectiva da Bíblia, pois nela, a realidade da morte e o seu impacto na vida humana são tratados com clareza e fé.


I. O DILEMA EXISTENCIAL HUMANO

Toda criatura humana enfrenta esse dilema. Não foi sua escolha vir ao mundo, mas não consegue fugir à realidade do fim de sua existência. O dilema existencial resulta da realidade da morte que tem que ser enfrentada. Em Eclesiastes, o pregador diz: “Todos vão para um lugar; todos são pó e todos ao pó voltarão”, Ec 3.20,21. São palavras da Bíblia e não de nenhum materialista contemporâneo. Quanto à realidade da vida e da morte, o homem é, dentro da criação, o único que sabe que vai morrer. Analisemos alguns sistemas filosóficos os quais discutem esse assunto.


1. Existencialismo. Seu interesse é, essencialmente, com as questões inevitáveis de vida e morte. Preocupa-se com a vida, mas reconhecem a presença da morte constante na existência humana. Os seus filósofos vêem a morte como o fim de uma viagem ou como um perpétuo acompanhante do ser humano desde o berço até a sepultura. Para eles, a morte é um elemento natural da vida.

Ora, essas idéias são refutadas pela Bíblia Sagrada. A morte nada tem de natural. É algo inatural, impróprio e hostil à natureza humana. Deus não criou o ser humano para a morte, mas ela foi manifestada como juízo divino contra o pecado (Rm 1.32). Foi introduzida no mundo como castigo positivo de Deus contra o pecado (Gn 2.17; 3.19; Rm 5.12,17; Rm 6.23; 1 Co 15.21; Tg 1.15).

2. Materialismo. Não admite as coisas espirituais. Do ponto de vista dos materialistas, tudo é matéria. Entendem que a matéria é incriada e indestrutível substância da qual todas as coisas se compõem e à qual todas se reduzem. Afirmam ainda que, a geração e a corrupção das coisas obedecem a uma necessidade natural, não sobrenatural, nem ao destino, mas às leis físicas. Portanto, o sentido espiritual da morte não é aceita pelos materialistas.

O cristão verdadeiro não foge à realidade da morte, mas a enfrenta com confiança no fato de que Cristo conquistou para Ele a vida após a morte — a vida eterna (Jo 11.25).

3. Estoicismo. Os estóicos seguem a idéia fatalista que ensina que a morte é algo natural e devemos admiti-la sem temê-la, uma vez que o homem não consegue fugir do seu destino.

4. Platonismo. O filósofo grego Platão ensinava que a matéria é má e desprezível, só o espírito é que importa. Porém, não é assim que a Bíblia ensina. O corpo do cristão, a despeito de ser uma casa material, temporária e provisória, é templo do Espírito Santo (1 Co 3.16,17). Somos ensinados a proteger o corpo para a manifestação do Espírito de Deus.


II. DEFINIÇÃO BÍBLICA PARA A MORTE

1. O sentido literal e metafórico da palavra morte.

a) Separação. No grego a palavra morte é thanatos que quer dizer separação. A morte separa as partes materiais e imateriais do ser humano. A matéria volta ao pó e a parte imaterial separa-se e vai ao mundo dos mortos, o Sheol-Hades, onde jaz no estado intermediário entre a morte e a ressurreição (Mt 10.28; Lc 12.4; Ec 12.7; Gn 2.7).
b) Saída ou partida. A morte física é como a saída de um lugar para outro (Lc 9.31; 2 Pe 1.14-16).
c) Cessação. Cessa a existência da vida animal, física (Mt 2.20).
d) Rompimento. Ela rompe as relações naturais da vida material. Não há como relacionar-se com as pessoas depois que morrem. A idéia de comunicação com pessoas que já morreram é uma fraude diabólica.
e) Distinção. Ela distingue o temporal do eterno na vida humana. Toda criatura humana não pode fugir do seu destino eterno: salvação ou perdição (Mt 10.28).

2. O sentido bíblico e doutrinário da morte.

a) A morte como o salário do pecado (Rm 6.23). O pecado, no contexto desse versículo, é representado pela figura de um cruel feitor de escravos que dá a morte como pagamento. O salário requerido pelo pecado é merecidamente a morte. Como pagamento, a morte não aniquila o pecador. A verdade que a Bíblia nos comunica é que a morte não é a simples cessação da existência física, mas é uma conseqüência dolorosa pela prática do pecado, seu pagamento, a sua justa retribuição. Quando morre, o pecador está ceifando na forma de corrupção aquilo que plantou na forma de pecado (Gl 6.7,8; 2 Co 5.10). Portanto, a morte física é o primeiro efeito externo e visível da ação do pecado (Gn 2.17; 1 Co 15.21; Tg 1.15).

b) A morte é sinal e fruto do pecado. O homem vive inevitavelmente dentro da esfera da morte e não pode fugir da condenação. Somente quem tem a Cristo e o aceitou está fora dessa esfera. Só em Cristo o homem consegue salvar-se do poder da morte eterna. Tiago mostra-nos uma relação entre o pecado e a morte, quando diz: “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte”, Tg 1.14,15. O pecado, portanto, frutifica e gera a morte.

c) A morte foi vencida por Cristo no Calvário. A resposta única, clara, evidente e independente de quaisquer idéias filosóficas a respeito da morte é a Palavra de Deus revelada e pronunciada através de Cristo Jesus no Calvário (Hb 1.1). Cristo é a última palavra e a única solução para o problema do pecado e a crueldade da morte (Rm 5.17).

III. TIPOS DISTINTOS DE MORTE

A Bíblia fala de três tipos distintos de mortes: física, espiritual e eterna.
1. Morte física. O texto que melhor elucida esta morte é 2 Sm 14.14, que diz: “Porque certamente morreremos e seremos como águas derramadas na terra, que não se ajuntam mais”. O que acontece com o corpo morto quando é sepultado? Depois de alguns dias, terá se desfeito e esvaído como águas derramadas na terra. E isso que a morte física acarreta literalmente.
2. Morte espiritual. Este tipo tem dois sentidos na perspectiva bíblica: negativo e positivo. No sentido negativo, a morte pode ser identificada pela expressão bíblica “morte no pecado”. E um estado de separação da comunhão com Deus. Significa estar debaixo do pecado, sob o seu domínio (Ef 2.1,5). O seu efeito é presente e futuro. No presente, refere-se a uma condição temporal de quem está separado da vida de Deus (Ef 4.18). No futuro, refere-se ao estado de eterna separação de Deus, o que acontecerá no Juízo Final (Mt 25.46).

No sentido positivo é a morte espiritual experimentada pelo crente em relação ao mundo. Isto é: a sua pena do pecado foi cancelada e, agora vive livre do domínio do pecado (Rm 6.14). Quanto ao futuro, o cristão autêntico terá a vida eterna. Ou seja: a redenção do corpo do pecado (Ap 21.27; 22.15).

3. Morte eterna. É chamada a segunda morte, porque a primeira é física (Ap 2.11). Identificada como punição do pecado (Rm 6.23). Também denominada castigo eterno. E a eterna separação da presença de Deus — a impossibilidade de arrependimento e perdão (Mt 25.46). Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da rejeição que fizeram à graça de Deus e, serão lançados noGeena (Lago de Fogo) (Ap 20.14,15; Mt 5.22,29,30; 23.14,15,33). Restringe-se apenas aos ímpios (At 24.15). Esse tipo de morte tem sido alvo de falsas teorias que rejeitam o ensino real da Bíblia.

CONCLUSÃO

A morte é a prova máxima da fé cristã, que produz nos crentes uma consciência de vitória (1 Pe 4.12,13). Os sofrimentos e aflições dessa vida são temporais, e aperfeiçoam nossa esperança para enfrentar a morte física, que se constitui num trampolim para a vida eterna. Ela se torna a porta que se abre para o céu de glória. Quando um cristão morre, ele descansa, dorme (2 Ts 1.7). Ao invés de derrota, a morte significa vitória, ganho (Fp 1.21). A Bíblia consola o cristão acerca dos mortos em Cristo quando declara que a morte do crente “é agradável aos olhos do Senhor”, Sl 116.15. Diz também, que morrer em Cristo é estar “presente com o Senhor”, 2 Co 5.8.

Podemos apresentar quatro razões bíblicas para a morte:
1. Necrológica. A palavra nekros (no grego) quer dizer “morto” e refere-se àquilo que não tem vida, seja um cadáver ou matéria inanimada. Essa palavra tem na sua raiz nek o sentido de “calamidade”, “infortúnio”, e passou a fazer parte do vocabulário médico para indicar o estado de morte de uma pessoa, ou então, para significar o processo de morte dalguma parte do corpo, devido a alguma doença. Do ponto de vista da Bíblia, necrológico indica a parte física do homem, seu corpo (soma). A Carta aos Hebreus fala da separação que a morte faz entre o corpo e a parte espiritual do homem, quando diz: “E como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esse texto indica que há algo que sobrevive no homem após a morte, ou seja, após a necrose do seu corpo.
2. Antropológica. Vem de antropos (no grego) que quer dizer “homem”, para fazer diferença com os animais irracionais. E o homem criado por Deus com a capacidade de pensar, sentir e realizar (Gn 1.26,27; 2.7). Na antropologia bíblica o corpo humano é visto como uma dádiva de Deus ao homem e, por isso, o corpo tem a sua própria dignidade. Do ponto de vista bíblico é dignificado pela sua razão de ser, como instrumento de serviço e glorificação do Criador. Por isso, é o templo do Espírito de Deus (1 Co 3.16; 6.19). Portanto, a razão antropológica nesse sentido refere-se ao que o homem é, o que pensa acerca da morte, como ele a enfrenta e o que sobrevive dele depois da morte.
3. Pneumatológica. Essa é a parte espiritual do homem. A palavra pneuma refere-se ao espírito. Em primeiro lugar, valorizamos o corpo físico e a sua dignidade na existência humana; em segundo, tratamos do homem como ser racional; em terceiro lugar, preocupamo-nos em revelar o milagre da transformação do corpo físico do crente em corpo espiritual. Nossos corpos materiais e mortais serão ressuscitados em “soma pneumatikon”, isto é, “corpo espiritual” (1 Co 15.54). A nossa esperança é que Cristo ressuscitou primeiro e definitivamente e, assim. Ele é o “primogênito dentre os mortos” (Cl 1.18; Ap 1.5). Ele ganhou a vitória final sobre a morte, o túmulo e o Diabo (At 2.24).
4. Escatológica. Nesse ponto reside a preocupação com a esperança. Qual é a esperança cristã? E a ressurreição de nossos corpos na vinda do Senhor, a transformação dos mesmos se estivermos vivos no arrebatamento da Igreja. (Ver 1 Co 15.54.)


As falsas teorias que rejeitam o ensino real da Bíblia sobre a morte eterna para os ímpios:
A teoria universalista ensina que Deus é bom demais para excluir alguém. Jesus morreu por todos, por isso, todos serão salvos. A teoria restauracionista ensina que Deus, ao final de todas as coisas, restaurará todas as coisas e todos, enfim, serão salvos. A teoria do purgatório ensina que, quando uma pessoa morre neste mundo, tem a oportunidade de recuperação num período probatório. Nesse período, a culpa dos pecados cometidos poderá ser aliviada enquanto aquele pecador paga por seus pecados, tendo, ainda, a ajuda das orações pelos mortos da parte dos amigos e parentes. Outra teoria é a da aniquilação. Seus adeptos tomam por base 2 Ts 1.8,9. Destacam a expressão “eterna perdição” e a traduzem por eterna extinção. A palavra “extinguir” no lugar de “aniquilar” dá uma idéia que contraria a doutrina do castigo eterno como ensinada na Bíblia. De fato, o sentido real da expressão é de banimento da presença de Deus, e não de extinção, como a folha de papel se extingue no fogo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Um segundo após sua morte



     

Um homem tinha um amigo, um homem de negócios, que depois de lutar muito, saber investir, conseguiu sucesso. Teve de rever suas instalações, pois tinha muito material, e teve de arranjar um deposito muito maior para acomodar seus pertences.

Pensou ,então, em todo o trabalho realizado, muitas negociações, dificuldades, e achou que o sucesso deveria ser comemorado. Convidou muita gente, e também o homem descrito nessa ilustração. Não podendo estar presente na festa, ele então, resolveu ir a uma floricultura e comprar um bouquet de flores festivas, escrever uma frase simpática no cartão, e depois dar aquela ligadinha básica, em tom de alegria pela consideração do convite.

Até ai, tudo bem, não fosse o equivoco do florista, que na hora da entrega, inverteu o pedido, e ao invés de mandar as flores festivas com um cartão de congratulações, equivocadamente enviou um bouquet que deveria ser mandado para um velório! As flores eram de velório, o cheiro era de velório, e o cartão, ao invés de palavras que denotavam sucesso, tinha os seguintes dizeres: “Minha mais profunda simpatia nesse momento de dor”.

O dono da festa se assustou, e ao receber o telefonema básico do amigo, pediu explicações, e o amigo imediatamente detectou o erro da floricultura, e os dois ligaram para o florista, que pondo a mão na cabeça exclamou: “Meu Deus, isso é grave, imaginem vocês o que deve ter acontecido quando flores festivas chagaram no velório dizendo: Meus parabéns pela nova residência!”

A vida do homem, segundo alguns se resume em 20 anos a mãe perguntando: onde vai? Em 40 a mulher, perguntando, onde foi? e algumas horas de funeral com todos perguntando, para onde será que foi essa alma?

Analisando o papel da morte na vida, chegou a conclusão que ela é bem sucedida a grosso modo. A morte é um sucesso, para cada vida que nasce, uma morte. Sei que é triste dizer isso, mas é fato, a vida tem um fim. Não importa o quanto eu me cuide, sei que serei alcançado por ela. Nesse momento faço caminhada, tenho uma alimentação mais saudável que anos atrás , mais sei que tanto eu como você seremos atingidos pela seta da morte.


Vejamos as perspectivas não Bíblicas da sociedade a respeito do desfecho pós morte.




REENCARNAÇÃO - Essa crença diz que morrendo uma pessoa, imediatamente começa outra vida, onde a pessoa terá uma nova oportunidade de redimir-se até alcançar um estágio onde supostamente “SALVA”.
ANIQUILAÇÃO - Essa crença diz que não existe nada além dessa vida e uma vez terminada a vida aqui, não tem mais nenhum tipo de existência.
UNIVERSALISMO - Essa crença diz que Deus permitirá todos morar no Céu, não importa como eles viveram suas vidas porque Deus é BOM.


MAS, O QUE ACONTECE UM SEGUNDO APÓS A SUA MORTE?

Em hebreus 9.27- ao homem esta ordenado morrer uma vez...


Vamos verificar alguns pontos dessa passagem:

Sua prosperidade e também o seu sofrimento terrenal terminam. v.19-21

O rico tinha tudo e aparentemente boa saúde - Veja que a Bíblia diz que vivia uma boa vida. Tinha bons relacionamentos e uma saúde de ferro, creio que a morte o pegou de surpresa. A sua fortuna não pode deter a morte.
Lázaro, não tinha nada. Ser pobre não era tudo, ainda por cima era doente e certamente dependente de um sistema de saúde parecido com o que nós conhecemos! Passava fome, andava mal vestido, não tinha uma boa moradia, aparentemente não tinha condições de trabalhar, era mendigo, e não tendo remédios, os cães lhe lambiam as chagas, que dureza hein? As chagas e a pobreza de Lázaro não o impediram de chegar no céu, porque conhecia a Deus e era fiel.  Lázaro no céu não parecia sentir nenhuma dor ou ter alguma chaga, o que indica o desaparecimento total do sofrimento físico quando uma pessoa alcança a Glória.

Prosperidade e sofrimentos terrenais terminam, cada um em seu devido lugar, ou seja, riqueza não vai nem para o céu nem para o inferno e dores e sofrimentos em geral, também terminam para os salvos. É claro que o sofrimento para o perdido vai continuar, numa escala muito maior.

Mas veja também que o rico não tem o nome citado na Bíblia, porque não tem conexão com Deus.

Lázaro é apresentado com o seu nome, que significa “ Deus é meu ajudador”, ou seja, tem conexão direta com Deus e com a eternidade com Deus.
Um segundo após a sua morte...
Sua eternidade começa v. 22-23

Agora há algo em comum entre os dois: os dois morrem!

A morte tem o poder de nivelar o campo da vida e fazer tudo se igualar. Quando se morre, não se termina a ação! Não tem nenhum lapso de tempo. A verdade é que no momento que esses homens morreram, eles experimentaram imediatamente suas posições eternas.

Quando Lázaro, morreu houve ação angelical e abuso da imaginação ao dizer que um movimento de translado foi realizado e uma recepção na glória por mais um temente ter alcançado as mansões celestiais!

Agora o “pobre do rico morreu”. Até creio em um funeral bonito, cheio de pompas, caixão de 1ª, terreno no cemitério, pessoas influentes e tal, mas não houve nenhum movimento angelical, alegria, pois era uma vida que perdia a batalha.
QUANTOS TEM TUDO PREPARADO PARA PRÓPRIO FUNERAL,
MAS NÃO ESTÃO PREPARADOS PARA MORRER!
Não interessa morrer famoso, entrar para historia, ser honrado, enfim.. se o coração não é de Deus, é tristeza e derrota. E você, onde você passará a eternidade? Não importa as coisas que você deixa para trás, se você não é salvo.
Um segundo após a sua morte...
Sua Eternidade estará definida.

Quando falamos de eternidade, só existem duas escolhas: Eternidade com Jesus, ou sem Jesus. E é uma questão única e exclusivamente de escolha, sua escolha. É uma escolha entre Céu ou Inferno e quero crer que você fará a escolha certa. O maior problema das pessoas é a total falta de entendimento sobre a realidade do inferno, pensam que ignorando o assunto, o problema desaparece. Já perceberam o quanto o assunto não é bem vindo mesmo em nossos cultos? Existem pessoas que chegam a afirmar que esse assunto é aterrorizante e amedrontador e que não deveria ser falado em cultos públicos para não assustar os visitantes.
UMA PESQUISA REVELA QUE:

83% ACREDITAM NO CÉU E 73% SOMENTE ACREDITAM NO INFERNO.
Perguntados a respeito de para onde iriam quando morressem, 3 de cada 4 disseram que iriam para o Céu.
SABE POR QUE?

Porque pensamos que o inferno é só para políticos, seqüestradores, bruxos, enfim, pessoas que classificamos como ruins. Mas se você olhar bem, vai verificar que o rico do texto não era necessariamente um homem com características que julgamos que o faziam candidato ao inferno. Só era rico e gastador e distraído..., mas não se encaixava no perfil dos candidatos ao inferno na nossa maneira de julgar! Era rico, mas bem parecido com uma pessoa comum de nossa época. Claro que o inferno estará cheio de pessoas que sabemos que são malignas, pessoas como as que descrevemos acima, mas vai também estar cheio de pessoas que nós achamos muito boas, legais, bons cidadãos, mas que não tiveram FÉ em Jesus Cristo, e não o aceitaram como Salvador.




No inferno vai haver sofrimento:
FÍSICO - O rico teve sede. O rico pede que algumas gotinhas de água sejam pingadas em sua boca, pois estava em estado de agonia, e isso não me parece muito prazeroso para constar na lista de coisas que serão eternas.
EMOCIONAL - O homem rico estava se lembrando do tempo em que estava vivo, e vendo o quanto havia gastado a sua vida de uma maneira tola e as conseqüências eternas que teria de sofrer por causa disso.
ESPIRITUAL - O homem rico podia conforme o texto ver a glória do Céu e nunca poder experimentá-la. Essa era uma parte muito triste da estória, saber a verdade mas nunca aceita-la e ter fé, para gozar as grandezas do reino de Deus.

Veja o contraste com a Gloria de Deus, (Céu).

1. No Céu haverá paz física

a. Lázaro estava cheio de doenças e chagas, que desaparecem quando ele chega no Céu.
b. Lázaro vivia uma vida de muitas necessidades, mas no céu tinha tudo que precisava.


2. No céu haverá paz emocional - Lázaro estava focado em sua nova vida, não na sua velha vida, por isso estava emocionalmente em paz.

3. No céu haverá Paz espiritual - Saber que estará para sempre com Deus e Jesus Cristo traz uma paz espiritual sem igual.
Que tipo de pessoa vai para o Céu? Existe uma tendência “Teológica popular” em nossos dias que diz que todo mundo vai para o Céu. Se você verificar alguns estudos, algumas opiniões de pessoas supostamente influentes, você vai confirmar essa afirmação. Querem exterminar o inferno e abrir a porta do céu para todos, não importa a vida que viveram.

Isso não é bíblico, não é verdade. O céu é um lugar reservado para aqueles que tem fé em Jesus Cristo e o aceitam como Salvador pessoal. Isso é simples, claro, fácil.
Veja algumas afirmações de Jesus:
João 6.51 - Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.
João 8.12 - Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.
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João 10.9 - Eu sou a porta; se alguém entrar a casa; o filho fica entrará e sairá, e achará pastagens.
João 11. 25 e 26 - Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?
Veja ainda João 14.6 - Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
O céu vai estar cheio de gente que nós não esperávamos que estivessem. Vamos ver pessoas que foram suplantadoras como Jacó, adúlteros e assassinos como David. Vamos ver o ladrão que foi crucificado ao lado de Cristo, ex prostitutas como Raabe, vamos ver ex pecadores assassinos como Paulo. O céu vai estar cheio de pessoas assim, porque se arrependeram e confessaram, e conseqüentemente foram perdoadas, é isso PERDOADAS.
Seja honesto consigo, onde você vai passar a eternidade? Se você morrer agora mesmo, onde você vai passar a eternidade?
A única qualidade que Jesus esta buscando é fé, simplesmente fé para aceitá-lo e viver para ele.

Salvação é um presente que foi comprado para você pelo preço de Jesus Cristo se entregando para morrer na cruz. Não há nada que você possa fazer para ganhar ou merecer a salvação, você tem de aceitar Jesus, entregar seus caminhos a ele, só isso. Admita o fato de que você é pecador, e que Deus é perdoador. Creia que Jesus morreu por você, pelos seus pecados, e ressuscitou ao terceiro dia, e comprou a vida eterna para você.

Entregue sua vida para Jesus.
Céu é lugar de quem aceita Jesus.
Pr. Lourival de Almeida


FONTE:http://www.ipda.com.br/